O Brasil se consolidou como um “laboratório global” de inovação financeira, combinando infraestrutura pública digital, regulação e alta adoção de tecnologia para testar modelos que podem ser exportados para outros países, segundo especialistas ouvidos no Merge São Paulo, evento internacional que reúne empresas, investidores e executivos do setor de tecnologia e criptoativos.
“Há uma combinação única de arcabouço regulatório sofisticado com infraestrutura pública digital, que permite inovação em escala”, afirmou Bruno Batavia, diretor de tecnologias emergentes da Valor Capital Group, gestora de venture capital com foco em tecnologia na América Latina e nos Estados Unidos.
Na prática, segundo ele, esse ambiente reúne pilares como o Pix, o open finance e o avanço da tokenização de ativos, criando uma base que conecta bancos, fintechs e empresas de cripto em um mesmo ecossistema.