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Um acordo com você mesmo(a): criando metas reais para reduzir dívidas

Entenda como definir prioridades e transformar o pagamento das dívidas em um plano viável.

Para muitas pessoas, reduzir dívidas pode parecer algo difícil ou até distante da realidade. Esse sentimento é comum porque, quando enfrentamos problemas financeiros, na maioria das vezes surge a impressão de que a situação piora a cada mês.

E, em parte, isso realmente pode acontecer quando o problema não é tratado na raiz. Sem um plano para organizar o orçamento e reduzir as dívidas existentes, os juros podem se acumular e tornar o caminho ainda mais desafiador.

Por isso, mais do que tentar resolver tudo de uma vez, o ideal é fazer um acordo com você mesmo(a): estabelecer metas realistas, possíveis de cumprir e que ajudem a recuperar o controle das finanças aos poucos.

A boa notícia é que esse processo pode começar com atitudes simples. Veja como dar os primeiros passos:

1 – Entenda sua situação atual

O ponto de partida é ter clareza sobre a situação em que você se encontra neste momento. Para isso, dois aspectos precisam ser avaliados: o orçamento e o nível de endividamento.

Começando pelo orçamento, é importante observar como estão os seus gastos. Quando existem dívidas, muitas vezes isso indica que há categorias em que se está gastando mais do que o orçamento permite.

Por isso, tire um tempo para analisar suas despesas. Caso ainda não tenha um orçamento organizado, vale a pena criar um. Assim, você consegue visualizar para onde está indo o seu dinheiro e identificar quais gastos podem ser reduzidos ou até eliminados.

O segundo ponto a ser analisado são as dívidas. Para isso, faça uma relação de tudo o que você está devendo. Essa lista deve conter:

  • O nome do credor
  • O tipo de dívida (luz, água, cartão de crédito)
  • O valor total da dívida
  • Os juros da dívida
  • O prazo de pagamento (em meses)

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2 - Defina prioridades para pagar suas dívidas

Dependendo da quantidade de dívidas que você possua e da sua situação financeira atual, pode não ser possível sair do endividamento de uma só vez.

Por isso, neste segundo passo você não precisa pensar muito: o objetivo é pagar primeiro as dívidas com juros mais altos. Normalmente, o rotativo do cartão de crédito deve ser a primeira pendência a receber atenção.

Lembre-se: ao reduzir ou eliminar essas dívidas, você diminui o impacto dos juros do endividamento no seu orçamento. Além disso, torna o caminho para recuperar o equilíbrio financeiro mais viável.

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3 – Crie metas pequenas

Se você pensar em “quitar” R$ 40 mil em dívida, muito provavelmente vai paralisar e não saber o que fazer. Mas, e se, em vez de olhar para o valor total, você dividir essa quantia em metas menores?

Por exemplo, em vez de focar nos R$ 40 mil, você pode estabelecer objetivos mais próximos da sua realidade, como pagar uma parcela específica da dívida ou reduzir um determinado valor por mês (ex.: na conta de energia elétrica).

As metas claras e menores tornam o processo mais possível de acompanhar. E o melhor: ajudam a manter a motivação e dão a sensação de progresso.

Existe uma frase que diz que “devagar se vai ao longe”. E, quando se trata de organizar a vida financeira, isso faz muito sentido: pequenos avanços consistentes podem levar a grandes resultados ao longo do tempo.

Dica: com as suas dívidas priorizadas, verifique a possibilidade de trocar uma dívida mais cara por outra com taxas menores, reduzindo, assim, o peso dos juros no orçamento.

Saiba mais sobre esta estratégia:

Agora é com você! Aproveite as dicas que compartilhamos e acabe com as dívidas, um passo por vez.

Para continuar aprendendo sobre como manter uma vida financeira mais saudável, confira também outros conteúdos do Investir Bem e da plataforma nudge.

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O conteúdo do Programa Investir Bem é dedicado exclusivamente à propósitos educativos. As informações aqui disponibilizadas não devem ser entendidas como recomendações específicas de investimento nem garantia de rentabilidade.

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