Com pequenos passos é possível ajustar hábitos e começar a construir mais tranquilidade para o presente e futuro.
Entre dívidas para pagar e contas a vencer, a impressão que temos é que colocar a vida financeira em ordem é uma missão impossível. No entanto, com pequenos passos é possível ajustar hábitos e começar a construir mais tranquilidade para o presente e futuro.
A boa notícia é que você não precisa resolver tudo de uma vez. Em três meses, já dá para dar passos importantes para colocar o bolso em ordem e criar uma relação mais consciente com o dinheiro.
A proposta deste desafio é simples: um mês para entender, um mês para ajustar e um mês para planejar os próximos passos. Vem com a gente!
O primeiro mês é o momento de diagnóstico. E aqui vale uma regra importante: olhar para as finanças sem julgamento.
A ideia não é se culpar por gastos antigos, compras por impulso ou dívidas que apareceram pelo caminho. O objetivo é entender a realidade para conseguir tomar decisões melhores daqui para frente.
Veja o que pode ajudar:
Para isso, você pode usar uma planilha, um aplicativo, o bloco de notas do celular ou até um caderno. O formato não importa tanto quanto a constância.
Depois, separe os gastos por categorias, como:
• Alimentação;
• Moradia;
• Transporte;
• Saúde;
• Educação;
• Lazer;
• Compras parceladas;
• Assinaturas;
• Dívidas;
• Outros gastos do dia a dia.
Os gastos fixos costumam se repetir todos os meses. Já os gastos variáveis mudam conforme a rotina.
Saber fazer essa diferenciação ao olhar para o seu orçamento ajuda a responder quatro perguntas importantes:
1. Quais despesas mais pesam?
2. Existem serviços pouco usados?
3. Os pequenos gastos estão se acumulando?
4. Há parcelas ou dívidas que precisam de atenção?
Ao seguir esses passos, no fim do primeiro mês, você já deve ter uma visão mais clara do seu dinheiro.
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Depois de entender para onde o dinheiro está indo, é preciso fazer alguns ajustes.
Você pode começar revisando despesas que passam despercebidas, como assinaturas de streaming, aplicativos, clubes de desconto, mensalidades ou serviços que não são mais usados com frequência.
Também vale observar hábitos do dia a dia. Pedidos de delivery, compras por impulso, idas ao mercado sem planejamento e pequenas compras feitas “só dessa vez” podem pesar mais do que parecem.
São os pequenos passos que fazem a diferença. Abaixo, listamos para você algumas atitudes que podem ajudar a mudar a sua situação financeira para melhor. Para começar, escolha uma ou duas mudanças possíveis:
O segredo é não tentar mudar tudo ao mesmo tempo. Escolha ajustes que façam sentido para a sua realidade e que possam ser mantidos com o passar dos meses.
À medida que a situação for melhorando, você volta para a lista e adota outras mudanças.
No terceiro mês, o foco é transformar a organização em hábito.
Depois de entender sua situação financeira e fazer alguns ajustes, é hora de pensar nos próximos passos.
Uma boa forma de começar é escolher uma meta simples e possível. Por exemplo: guardar um pequeno valor por mês, montar uma reserva de emergência ou quitar uma parcela atrasada.
Mesmo que o valor guardado seja pequeno, o hábito já representa avanço. Afinal, cuidar da vida financeira também é construir constância.
Ao longo dos três meses, algumas atitudes podem tornar o processo mais simples:
Sim, sair da rota pode acontecer e isso não significa que o desafio deu errado. O mais importante é perceber, ajustar e continuar.
Pequenos passos, quando repetidos com constância, ajudam a transformar o cuidado financeiro em parte da rotina.
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